[...]
Quando acordou, já era de manhã. Estava deitada na grama ainda, completamente nua. Sentia uma dor de cabeça enorme e sua garganta estava completamente seca. Levantou-se e sentiu uma leve tontura. Já não ouvia mais a música. Entrara no casarão completamente deserto, exceto por algumas baratas que andavam de uma garrafa a outra. Encontrou uma garrafa meio cheia. Cheirou. Era água. Tomou num gole só, e da mesma forma que a água entrou, as lágrimas saíram. Num berro, jogou a garrafa que foi estilhaçar-se na parede. Priscila caiu no chão, e se pôs a soluçar. Estava cansada e completamente perdida.
Erick de Sousa
sábado, 21 de fevereiro de 2009
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2 comentários:
quem quiser saber o que aconteceu e o resto, é só esperar mais alguns meses...
Éden.
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