segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Gummo


**



Dirigido por Harmony Korine, Gummo é um filme que conta a história de personagens variados. A história gira em torno dos personagens depois de um tornado que passa por Xênia - Ohio, que destruiu e matou muita gente. Os personagens são sobreviventes deste furacão e a maioria são jovens que perderam os pais, irmãos e amigos.
O filme é considerado um show bizarro! Os personagens principais matam gatos para conseguir dinheiro num açougue. Uma garota com Síndrome de Down é "obrigada" a se prostituir, um garoto circula sozinho pelas ruas, vestindo grandes orelhas de coelho rosa, e outras séries de personagens estranhos.
As cenas do garoto com orelhas de coelho, pra mim, são as mais belas do filme. Enquanto todo o filme é colocado com todos os personagens retratando o seu dia-a-dia, hora por cenas, hora por documentário, as cenas do garoto é colocada com um certo "lirismo", mesmo que a situação seja grotesca! Pra mim, é a melhor coisa do filme.
O filme não é ruim. Chega até a ser interessante. Harmony Korine foi audacioso o suficiente para colocar num único filme, tantos personagens que, muitas vezes, são excluídos e massacrados pela sociedade.
Porém, as vezes, o filme me pareceu meio chato. Quando o filme começava a adquiri um certo "ritmo" vinha uma cena que fazia esse ritmo cair. Eis o motivo pra eu não considerar o filme bom.
A última cena também é uma das que ficou na minha cabeça, onde uma garota com doenças mentais canta "Jesus me ama". Justamente ela, que teria motivos para odiá-lo.
De certa forma, vale a pena assistir ao filme!



-
• - Péssimo
* - Ruim
** - Regular
*** - Bom
**** - Ótimo
***** - Excelente
-

-erick

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

"O PT e seu fascismo (péssimamente) disfarçado"

Estava eu, lendo blogs alheios quando me deparo com um (que já entrou na minha lista dos melhores) com esse titulo: "O PT e seu fascismo (péssimamente) disfarçado"

Resolvi ler. Confiram:

"

Vamos fazer algumas suposições,ok?

Digamos que eu seja estudante de uma Universidade.

Digamos que num belo dia de aula, em que eu estou tendo aula realmente, aconteça um lançamento de plano de governo de um candidato no auditório dessa minha Universidade.

Digamos que esse lançamento aconteceu agora, numa candidatura a prefeito. E digamos que o pessoal que se reuniu para o lançamento esqueceu que estava dentro de uma Universidade e fez tanto barulho, tanto barulho que simplesmente me impediu - e meus colegas - de ter aula. A manifestação política e partidária foi tão exagerada que tornou impossível o exercício da educação, um ponto relevante do tal plano de governo, que justamente por isso foi lançado no auditório dessa Universidade.

Eu não fiquei contente por isso, já que gostaria de ter aula. Nem meus colegas. Então, 10 de nós fizeram uma faixa com os dizeres “Bela maneira de falar de educação: atrapalhando a nossa” e fomos protestar nesse auditório.

Chegando lá fomos ESPANCANDOS e SURRADOS por militantes do partido e seguranças.

Um absurdo, no mínimo, que mostra uma faceta extremamente fascista de um partido que acredita ser muito melhor que os outros - apesar da realidade desmentir isso - e não aceita críticas, de ninguém. Mesmo que não sejam críticas relacionados a bandeiras que defendem, mesmo que sejam críticas pontuais a um ato.

Ainda bem que estamos falando apenas de suposições.

Mentira.

Esse é o problema, isso tudo não é uma suposição. Leiam no VideVersus¹ essa notícia que aumentou ainda mais minha decepção com esse “partido”."


MATÉRIA DO VIDEVERSUS: http://www.videversus.com.br/index.asp?SECAO=89&SUBSECAO=0&EDITORIA=8924


E o maravilhoso Blog: http://naosounormal.com/

-

O Brasil vale tanto quanto o seu voto!

(hahaha)



-erick

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Grito Interno.

"Meu grito foi tão abafado que só pelo silêncio contrastante percebi que não havia gritado. O grito ficara me batendo dentro do peito" - Clarice Lispector - A paixão segundo G.H


"Ao redor, muitos vitrais, bancos, imagens de madeira e um crucifixo com a figura de Cristo exprimindo...paz? Estranho, um sujeito pregado numa madeira, com sangue escorrendo, um arame farpado na cabeça, exprimindo... Paz. Estranho" - Blecaute - Marcelo Rubens Paiva